


A inatividade do cão acumula energia, e essa energia acaba sendo direcionada para essas duas falhas comportamentais.
Outro ponto positivo no passeio é a importância que ele tem na socialização. Por esse motivo, a pessoa que for contratada para esse serviço deve ter conhecimentos básicos em comportamento canino.
Um outro fator importante e que deve ser levado em consideração é se o passeador tem curso de condução.
A ausência dessa qualificação pode gerar vários problemas comportamentais e no caso de um cão treinado prejudicar no comportamento condicionado. Chamo atenção para este fator, pois nos dias de hoje, devido ao grande número de desemprego, muitas pessoas estão se propondo a realizar esse trabalho.
Outras pessoas por sua vez, vendo o desespero destes desempregados que procurando sobreviver a qualquer custo, oferecem cursos relâmpagos de um a quatro finais de semana, onde prometem realizar o impossível: formar adestradores e passeadores. Isso é humanamente impossível, existem pré-requisitos a serem levados em conta que não é qualquer pessoa que os tem, acabando assim, o seu cachorro servindo de laboratório para essas pessoas desqualificadas. O ideal é contratar um profissional com experiência comprovada e capacidade técnica, pois enquanto passeia, pode educar e até adestrar seu cãozinho.
Obs* Não confunda adestrador com passeador. São profissões totalmente diferentes, já que o adestrador pode ser passeador, mas nem todo passeador tem conhecimento para ser adestrador.

